segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Eduardo Velasco - Introdução à eugenia

por Eduardo Velasco


"A investigação das doenças progrediu de tal forma que é quase impossível encontrar alguém totalmente saudável". - (Aldous Huxley).

"A cada dia estamos mais doentes e melhor curados". - (Savitri Devi).

[Este texto é uma introdução de temas que serão vistos em profundidade no próximo artigo].


É inegável que na espécie e em qualquer grupo humano há uma diversidade de qualidades. 

Alguns indivíduos são inteligentes e alguns são burros. 

Alguns indivíduos têm uma saúde de ferro e outros são doentes. 

Alguns indivíduos são altos, outros são baixos. 

Alguns indivíduos são fortes, outros são fracos. 

Alguns indivíduos são corajosos, outros são covardes. 

Alguns indivíduos são disciplinados e trabalhadores, outros são vagos e preguiçosos. 

Alguns indivíduos são honestos, nobres, retos e leais, outros têm uma inclinação clara para a mentira, falsidade, deslealdade e traição. 

Também é inegável que quase todas essas qualidades são hereditárias e dependem da genética em maior ou menor extensão (geralmente mais em maior que menor). 

A questão que se coloca é: quais as qualidades, das acima listadas, nos parecem mais desejáveis e que gostaríamos que acabassem prevalecendo no mundo futuro se quisermos que a Terra seja um lugar melhor? 

Se você é uma pessoa lógica, tomo nota de sua resposta óbvia e abordo a seguinte questão: o caminho que, como uma espécie, temos atravessado nos últimos milênios, quais qualidades, das listadas acima, tendem a melhorar e selecionar? 

A mentalidade atual, produzida por uma civilização isolada em sua bolha tecnológica, ignora completamente as leis da Natureza, o sangue, a seleção e a desigualdade dos homens, leis que, necessariamente, colocam os melhores acima e os piores abaixo. O mundo moderno é, então, o exemplo perfeito de uma diabólica seleção ao reverso ou contra seleção. Muitas pessoas de genética inferior têm sido perpetuadas, e muitas pessoas de genética superior não (por exemplo, na época medieval por causa das guerras fratricidas, a caça às bruxas e o celibato de vastos setores sociais nas mãos da Igreja). Isso prejudica a espécie. Quando o número de dejetos biológicos aumenta e o de monumentos aos deuses diminui, podemos ter certeza, sem dúvida, que estamos caminhando em direção a um futuro de resíduos biológicos. 

Hoje, o indivíduo é sagrado e intocável, enquanto conceitos como "raça", "espécie", "pátria" são considerados abstrações, quando a única abstração é o indivíduo que nasce e morre fugazmente, enquanto que somente os grupos humanos são realidades sólidas e duradouras. 

Nos tempos mais difíceis e mais autênticos, a taxa de natalidade era vigorosa, mas a dureza das condições ambientais cortava a vida dos mais fracos. Assim, numa família de 10 crianças, era possível que somente 5 chegassem a idade reprodutiva. Cada um desses 5 teriam talvez, por sua vez, 10 filhos, dos quais 5 sobreviveriam, os mais aptos. O resultado era que, em várias gerações, os defeituosos eram praticamente erradicados, e os únicos que ficavam de pé eram os mais resistentes. Assim, lutando contra os elementos, em guerras, epidemias e catástrofes, a população do planeta permaneceu estável, mas, como espécie, tendemos a melhorar geração após geração. Cada "ninhada" tendia a ser melhor do que a anterior. 

A humanidade não estava preparada espiritualmente para o advento da revolução industrial, a tecnologia e a medicina moderna. Obviamente, a tecnologia acabou por ser, em muitos aspectos, uma salvação para o ser humano, mas este esqueceu de antecipar que o imenso crescimento populacional que inevitavelmente ocorreria teria que ser compensado de outras maneiras. Em vez de providenciar medidas que continuassem a manter uma seleção dos melhores para regular a população, a proliferação descontrolada do ser humano foi permitida, à custa da Natureza e da própria qualidade biológica da população. 

Uma vez que as medidas sanitárias, a tecnologia, os serviços sociais e a moral judaico-cristã estiveram à mercê deles, toda uma legião de doentes, decrépitos, atrasados e deficientes invadiram o horizonte da espécie, que num mundo dominado pela Natureza nunca veriam à luz, ou teriam durado pouco. Nós, que temos a técnica e os meios para fazer rápida e indolormente o que a Natureza costuma fazer lenta e dolorosamente, estamos passando pelo arco do triunfo essa possibilidade, e estamos usando-a para propagar e perpetuar sementes inferiores. 

Argumenta-se que a tecnologia em si não é boa ou má, mas depende do seu uso. Hoje, está sendo dado um uso diabólico, destinado adoecer-nos, enfraquecer-nos e afastar-nos da Terra e nossa própria natureza. No futuro, quando a imbecilidade desta civilização for superada, a aplicação da tecnologia deve dar um giro de 360 ​​graus. 

"Mas então haveria uma seleção: escolheríamos os tipos a predominar, se discriminaria, e isso é injusto!" [Para mim, é claro, porque eu quero perpetuar meus genes, e com eles, a decrepitude associada. Resposta: Será injusto para você, mas é justo para a espécie, que é mais importante do que você. Por outro lado, é injusto para a espécie que seu desperdício hereditário se espalhe como a praga, por mais que isso ofenda ou não]. 

Sim, isso soa seleção.

É como os exames. Quem tira mais de 5, aprova, e que tira menos de 5, reprova e fica fora... uma "seleção" em toda regra. Que monstruosidade injusta. Que discriminação ameaçadora para os que foram reprovados! Que politicamente incorreto!

Semelhante nesses lugares onde você não pode entrar se estiver mal vestido, sem nome na lista, sem muito dinheiro etc.

Discriminação e seleção pura e dura, que nos rodeia 24 horas por dia, e sempre sob formas muito mais injustas e antinaturais do que a discriminação genética.

“Mas então se formaria um sistema de castas e se destruiria a igualdade!”

Você tem razão, mas por acaso não temos um "sistema de castas" hoje? Por acaso tal sistema de castas capitalista não está baseado no dinheiro? Por acaso isso não destrói a sacrossanta "igualdade"? Por acaso tal critério econômico de estratificação social não é infinitamente mais baixo, antinatural, injusto e mesquinho do que o genético? Por acaso não tende a encantar indivíduos medíocres, vis e maliciosos?

Hoje em dia, pode-se ser um palhaço, infantil, tolo, depravado, pervertido, falso, traidor, cobra, antipático, repelente, viciado em drogas e estúpido, mas abrirão suas portas onde ele vá e se inclinarão diante dele se o mesmo for podre de dinheiro e faz ostentação visível do mesmo.

Da mesma forma, pode-se ser inteligente, uma boa pessoa, saudável, corajosa, forte e simpática, que o Sistema lhe ignorará se for pobre.

Hoje em dia, se uma moça veste decote e minissaia todas as portas se abrirão pra ela, mesmo que seja medíocre, enquanto que uma moça bonita não resulta chamativa se usa roupas discretas.

Não é isso tremendamente injusto?

Então de que tem medo quando se sugere a possibilidade de varrer com tudo isso e selecionar aos melhores indivíduos ou genes para cruzamentos e criação superior?

"Mas então operaríamos modificações sobre o indivíduo e forçaríamos mudanças em toda a sociedade!" 

Muito bom. 

Se você tem um filho não ensinaria ele a se comportar para torná-lo mais apresentável? Não lavaria-o e pentearia-o para torná-lo melhor aparentado? Não lhe daria uma educação melhor para torná-lo mais culturado? Isso não é "operar modificações"? 

Por acaso não temos um sistema educacional ridículo e patético, bem como um aparato monstruoso de propaganda subliminar que "força mudanças" em toda a sociedade, inclusive na opinião pública? Essas mudanças, por sinal, não são piores? 

Então de quê tem medo quando sugere-se a possibilidade de operar modificações, para melhor?

"Mas então seríamos todos altos, belos, loiros, fortes, superdotados, indestrutíveis, imortais, perfeitos e de olhos azuis!"

E o que há de errado com isso?

Vejamos… tomando o “leque” genético teu e do seu par, te dão para escolher como queira que seja seu futuro filho. “Como o pediria”?

Fraco, talvez?

Baixo, talvez?

Burro, talvez?

Feio, talvez?

Não “pediria” os melhores genes do leque formado por sua genética e de seu par?

Então?

“Ah, mas para mim o aspecto é indiferente, e como vier ao mundo eu vou amar o meu filho”.

Estou orgulhoso de você. Fiquei até emocionado de contemplar tanta solidariedade, tanto progressismo, tanta igualdade, tanta tolerância e tantos arco-íris.

Mas me diga.

Se o aspecto é indiferente, então por que diabos coloca gel e pinta o cabelo?

Por que se depila ou se barbeia?

Por que compra roupas projetadas para melhorar suas virtudes e ocultar suas falhas?

Por que se maquia?

Por que tinge seu cabelo?

Por que usa saltos?

Silicone?

Implantes?

Rinoplastia?

Botox?

Lifting facial?

Cremes?

Lipoaspiração?

Insulina para diabetes?

Remoção do apêndice?

Aparelhos para a asma?

Barbitúricos?

Pílulas para dormir?

Óculos?

Lentes de contato?

Anabolizantes?

Por que, em suma, você tenta aparentar? Não será porque seja consciente de que isso é um tesouro?

E não é tudo isso mil vezes mais antinatural do que já nascer com genes privilegiados?

O problema é que as pessoas trabalham sobre o fenótipo, disfarçando seus defeitos com dinheiro, remendos, emendas, acessórios e produtos químicos nocivos (e caros, que é um negócio lucrativo que o Sistema mantém em funcionamento). Por acaso, grande hipócrita, você não mataria por boa genética, por uma saúde de ferro, por beleza de nascimento e por não precisar de todos esses ridículos complementos para disfarçar suas misérias superficiais?

Por acaso não gasta (você e o Estado) um dinheiro sem fim em ditos remendos para dissimular seus defeitos e suas doenças, um dinheiro que poderia ser economizado se esses defeitos fossem erradicados ajustando certos genes inofensivamente? Por acaso todo o desperdício que supõe manter os deficientes, doentes terminais etc., não poderia ser parado em uma única geração, com um pouco de senso comum, por Deus?

"Ah, mas eu não escolheria a aparência do meu filho, simplesmente o deixaria nascer sem intervir em seus genes". 

Mais uma vez fiquei emocionado.

Mas quando você vê que todas suas amigas estão passando pela vida gerando superbebês preciosos, saudáveis, responsáveis, inteligentes, fortes, afetuosos, tenho a vaga sensação de que você não quer ficar para trás, ser a mãe menos legal e condenada a ouvir de sua criança asmática, diabética ou simplesmente medíocre, perguntar-lhe como foi tão mal intencionado para não dar-lhe um melhor nascimento tendo os meios para fazê-lo.

“Mas então os bebês que nascerem através da engenharia genética serão seres antinaturais!”

Esses bebês não seriam mais antinaturais do que um burguês obeso com um rosto de inchado, cachaceiro, sedentário, vestido no corpo inteiro e assistindo cinco horas por dia de TV, ou usando seu carro importado até pra ir ao banheiro.

Tão pouco serão mais antinaturais que uma mulher de cinquenta anos gorda, enrugada, materialista, fumante, com varizes, estéril, sem filhos e além disso: progressista, ativista, apadrinhadora de crianças de raças alienígenas em outros países, com o cabelo tingido de loiro, maquiada por completo, falando pelo celular e estampada em um modelo que mostra as gorduras gelatinosas que ninguém quer ver.

E, naturalmente, não serão mais antinatural do que a tropa de doentes, desviados, criminosos, putas, parasitas, invertidos e degenerados que desfilam por nossa civilização, e aos que, por outro lado, ninguém privou de seu direito de nascer.

Você próprio, não pega o ônibus ou carro? Não se mete em antros degenerados para beber e distrair sua vontade? Não transa com camisinha ou com pílula abortiva? Não assiste TV? Não é tudo isso também “antinatural”?

Por que, então, filhos quase perfeitos, nascidos do cruzamento dos melhores da espécies, deveriam ser seres antinaturais e abomináveis? Não podem eles ser pessoas normais e ter os mesmos privilégios como — por exemplo — um homossexual mestiço, obeso, diabético, okupa e portador de várias doenças venéreas?

Não?

Pois isso me parece discriminação.

"Mas então, o que é que você apoiaria?"

Eu defenderia por fazer, de uma vez e sem dor, tudo o que a Natureza não pôde fazer estes dois milênios graças à proliferação descontrolada do ser humano e graças ao mal uso da tecnologia e da medicina. O que haveria que conseguir? Alcançar a perfeição.

O que é perfeição? Uma pergunta complicada. Para resumir e não perder tempo enquanto refletimos sobre isso, diríamos em primeiro lugar: a ausência de imperfeições. A primeira coisa, então, seria eliminar as questões hereditárias que, obviamente e manifestamente, são defeitos. E isso não significa matar ninguém, fazer genocídio ou eutanásia, mas intervir para alcançar a concepção de seres humanos de alta qualidade biológica. Isso pode acontecer através de todos os tipos de medidas que veremos no próximo artigo, desde a promoção de uma cultura saudável e alimentar bem mães grávidas, até melhorar a qualidade seminal dos homens, bem como prevenir gravidezes que resultarão em pessoas com deficiência.

“E quem decide quem é perfeito? Isso não é julgar como sendo Deus”?

Pode ser que seja julgar ser Deus, mas já que ninguém vai descer do céu para nos dar instruções, e como não vamos sentar e observar a espécie degenerar em tinkiwinkies doentes fundidos com a TV e automóveis ao mesmo tempo, alguém com juízo tem que preencher essa lacuna.

Tendo em conta, além disso, que a espécie está à beira da catástrofe, devemos favorecer uma elevada taxa de natalidade exacerbada nos melhores elementos e evitar que os piores se multipliquem. A civilização ocidental moderna é a única civilização da história da humanidade que não concebe o sexo, o matrimônio, a família e a natalidade como armas biológicas destinadas a propiciar "a vitória dos berços" — sem a qual "a vitória do soldado" é incompleta.

Haveria que cruzar e procriar com a seleção de qualidades como o sangue branco, boa constituição, inteligência, força, estatura, coragem, capacidade de liderança, saúde, resistência, disciplina e um longo etc., que são, nem mais nem menos, as qualidades selecionadas pela própria Natureza quando a moralidade judaico-cristã suicida e demente não se interpõe entre Ela e o homem. Não seria necessário "forçar" as coisas nesse sentido ("vocês dois são bons espécimes, companheiro"), mas encorajá-los a surgir natural e espontaneamente.

Se este tipo de política fosse apoiada mediante técnicas e os meios que existem hoje, teríamos, em questão de gerações, uma raça quase perfeita, e todos os defeitos — juntamente com as despesas e misérias que causam — erradicados para sempre.

***

"BOM" É TUDO O QUE MELHORA À ESPÉCIE, "MAU" É TUDO O QUE PIORA A ESPÉCIE.

SOB ESSE PONTO DE VISTA, SE HOUVESSE QUE RECORRER A MÉTODOS ARTIFICIAIS (ENGENHARIA GENÉTICA, INTERVENÇÃO ESTATAL, CRUZAMENTOS SELETIVOS) PARA SUBDIVIDIR OS ERROS INDESCRITÍVEIS CAUSADOS POR DOIS MILÊNIOS DE DEMÊNCIA NÃO-ARTIFICIAL, DEVERIA SER FEITO. 

O ESTILO DE VIDA DE BORDEL URBANO CONTAMINADO, DESRAIGADO, INSALUBRE, ASFALTADO, ACINZENTADO, DEGENERADO, ALCOOLIZADO, IMORAL E CIMENTADO É ALGO QUE PREJUDICA A ESPÉCIE E QUE É ANTINATURAL.

A COMPAIXÃO E DILIGÊNCIA COM DEFEITUOSOS, DEFICIENTES, HOMOSSEXUAIS, SUJOS, DELINQUENTES, DOENTES, PARASITAS E SENTENCIADOS, É ALGO QUE PREJUDICA A ESPÉCIE E QUE É ANTINATURAL. 

A SUA SELEÇÃO SOCIAL-ECONÔMICA É ALGO QUE PREJUDICA A ESPÉCIE, QUE A PIORA E QUE TENDA A FORMAR UM TIPO DE HOMEM INFERIOR, ALÉM DE MIL VEZES MAIS IMORAL QUE A SELEÇÃO NATURAL-GENÉTICA. 

A CASTRAÇÃO DO INSTINTO DE AGRESSIVIDADE É ALGO QUE PIORA A ESPÉCIE E DEIXA-NOS DESARMADOS PERANTE HUMANOIDES MAIS BRUTAIS.

A SELEÇÃO GENÉTICA, A NATALIDADE E O CRUZAMENTO SELETIVO DOS MELHORES INDIVÍDUOS SÃO COISAS QUE BENEFICIAM A ESPÉCIE E TENDEM A FORMAR UM TIPO DE HOMEM SUPERIOR. PORTANTO, SÃO COISAS BOAS E DESEJÁVEIS. 

CONCLUSÃO: ENQUANTO A INTERVENÇÃO NA REPRODUÇÃO HUMANA NÃO SEJA UMA REALIDADE, TENHA FILHOS SOMENTE COM INDIVÍDUOS DE SEMELHANTE QUALIDADE GENÉTICA E RACIAL QUE VOCÊ. GUIE-SE PELOS TRAÇOS DO CORPO, DA ALMA, DA SAÚDE E DO TOM DE PELE, CABELOS E OLHOS.